BLACK OR RED ?
Não tenho tantas fichas assim para apostar de uma vez, você conhece esse verso. Tenho medos e não quero negar isso. Tenho sentimentos diferentes. Não posso dar o que eu não tenho e não quero me magoar. E se você puder acreditar também não quero magoar você. Na minha opinião histórias não acabam, apenas se transformam. E nesse momento o ADEUS é inevitável. Minhas fichas acabam aqui.
E foi com esse trecho de um e-mail que alguém se despediu de um outro alguém e trocou o passo da dança sem trocar a música. Giraram a roleta mas esqueceram que a aposta estava sendo repetida há várias partidas sem trocar os números e não pense que eles ganhavam, apenas estavam conformados em insistir na repetição do erro oculto da omissão, do não perguntar, do não querer saber e do tanto querer sentir.
Mas sempre tem um momento em que alguém é menos covarde. Em geral esse momento é quando um terceiro chega e tenta doar um pouco de coragem a pobre dupla de tolos. O três é um número bastante complicado. Chega e mostra que os pares não estão com nada e só os ímpares vivem as mais intensas emoções, mas na verdade os ímpares lutam pelo conforto, dito medíocre dos pares. A grande maioria dos seres não sabe ser ímpar, nem só nem tão acompanhado. E nessa disputa o riso dá espaço a lamúria. Ninguém quer optar e sim poder chegar e partir, eu quero e você quer. Giravam a roleta na mesma aposta até que as fichas de alguém se esgota junto com o querer limitado.
Um dos lados tem uma brilhante idéia. Ah vou escrever um e-mail e acabar logo com isso.
Então... não sei se você viu, tá ? Mas as fichas acabam aqui.
E foi com esse trecho de um e-mail que alguém se despediu de um outro alguém e trocou o passo da dança sem trocar a música. Giraram a roleta mas esqueceram que a aposta estava sendo repetida há várias partidas sem trocar os números e não pense que eles ganhavam, apenas estavam conformados em insistir na repetição do erro oculto da omissão, do não perguntar, do não querer saber e do tanto querer sentir.
Mas sempre tem um momento em que alguém é menos covarde. Em geral esse momento é quando um terceiro chega e tenta doar um pouco de coragem a pobre dupla de tolos. O três é um número bastante complicado. Chega e mostra que os pares não estão com nada e só os ímpares vivem as mais intensas emoções, mas na verdade os ímpares lutam pelo conforto, dito medíocre dos pares. A grande maioria dos seres não sabe ser ímpar, nem só nem tão acompanhado. E nessa disputa o riso dá espaço a lamúria. Ninguém quer optar e sim poder chegar e partir, eu quero e você quer. Giravam a roleta na mesma aposta até que as fichas de alguém se esgota junto com o querer limitado.
Um dos lados tem uma brilhante idéia. Ah vou escrever um e-mail e acabar logo com isso.
Então... não sei se você viu, tá ? Mas as fichas acabam aqui.

2 Comments:
Vc escreve bem pra caramba ne! Amei a parte q diz que as pessoas não saber viver em ímpar.
Amo seus textos!
bjo da gorda
"Giravam a roleta na mesma aposta até que as fichas de alguém se esgota junto com o querer limitado." Você deu o tom. Lindo.
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